O Alexandre quiz porque quiz comprar uma casinha de madeira para o Tails, igual a que a Ruffles possuia, como esta da imagem ao lado.
Retirei o fundo como fiz para a Ruffles, senão fica muito difícil tirar o hamster de dentro da casa, e coloquei na caixa do Tails.
Primeira impressão: ocupou espaço demais! Mesmo assim deixei dois dias para ver o que acontecia.
Segunda impressão: o Tails não gostou da casinha, empurrou ela de lado e fez o seu ninho no cantinho de sempre.
Para tristeza do Alexandre, retirei a casinha hoje, Tails é novamente um sem teto! :-)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Cuidados no Inverno
Para evitar que seu Hamster hiberne, e corra risco de morrer, tome alguns cuidados simples:
- caso ele viva em uma gaiola, coloque plásticos protetores nas grades, para bloquear o frio e manter o calor no interior,
- prefira, se possível, o uso de terrário, seja de vidro ou de plástico, pois possuem maior proteção contra correntes de ar,
- procure manter o hamster em um comodo da casa que seja bem protegido contra o frio,
- forneça bastante material para confecção de ninho,
- verifique constantemente se o hamster dispõe de bastante alimento e água.
Caso o seu hamster entre em hibernação não se desespere, pegue-o gentilmente nas mãos e aqueça-o com o calor de suas mãos, geralmente é o suficiente para acordá-lo, depois procure melhorar as condições de acomodação para que ele não hiberne novamente.
Quando tive minha criação de hamster, na época da faculdade, eu criava eles em aquários. Uma vez fui ver o Teco e ele parecia morto, chamei, mexi com ele e nada! Já chorando, peguei ele em minhas mãos, e enquanto me debulhava em lágrimas, eis que ele se mexe, e me olha com um olho só, como ele sempre fazia. Estava hibernando.
Em outra época, os aquários ficavam na lavanderia da casa da minha mãe, que era muito aberta, muito fria, e numa manhã um dos meus últimos hamsters amanheceu morto, creio que morreu de frio.
Atenção redobrada no inverno! Cuidem bem dos seus pets!
Hibernação
A hibernação é um estado letárgico pelo qual muitos animais endotérmicos, em grande maioria de pequeno porte, passam durante o inverno, principalmente em regiões temperadas e árticas. Os animais mergulham num estado de sonolência e inatividade, em que as funções vitais do organismo são reduzidas ao absolutamente necessário à sobrevivência.
A respiração quase cessa, o número de batimentos cardíacos diminui, o metabolismo, ou seja, todo o conjunto de processos bioquímicos que ocorrem no organismo, restringe-se ao mínimo. Pode-se dizer que qualquer animal que permanece inativo durante muitas semanas, com temperatura corporal inferior à normal, está em hibernação, embora as mudanças fisiológicas que acontecem durante o letargo sejam muito diferentes, de acordo com as diferentes espécies.
Os animais que geralmente mergulham em letargo são os homeotermos ( erroneamente também chamados de animais de sangue quente). Existem homeotermos, como os ursos, que dormem durante o inverno, mas, como sua temperatura permanece pouco abaixo do normal, não se considera que tenham uma hibernação verdadeira, e sim uma estivação, que nada mais é do que uma hibernação, só que menos profunda, ou seja, o urso pode acordar se algo externo ocorrer. Entre os mamíferos que hibernam verdadeiramente estão o musaranho e o ouriço que cavam sua toca no solo; os esquilos, a marmota, que abrigam-se nos ocos das árvores; o morcego que se acomoda em velhas casas, cavernas e túmulos. A única ave conhecida que hiberna é o noitibó-de-nuttall.
Nem sempre a mudança de temperatura é o estímulo para o letargo. Muitas vezes o estímulo é a falta de alimento, como ocorre com o Perognathus, pequeno roedor da América do Norte. Existem animais que, independente da temperatura e alimento, hibernam assim mesmo, motivados, provavelmente, por alterações que reduzem a atividade glandular. Experiências com o esquilo demonstraram que mesmo mantidos em ambiente aquecido e com fartura de comida, eles hibernaram de outubro a maio.
As fases de hibernação variam desde o simples adormecimento, como no caso dos ursos e do castor, até o letargo verdadeiro, que atinge algumas espécies de monotremados, quirópteros, insetívoros e roedores. Nestes animais, durante o letargo, registra-se um marcante declínio da temperatura corpórea – na marmota, por exemplo, pode descer a 4 °C.
Este processo de hibernação desenvolve-se de formas diferentes e em várias etapas. Existem animais, como a marmota, que comem muitíssimo, acumulando reservas; outros, como os esquilos, armazenam alimentos na toca.
Durante a hibernação, os primeiros consomem a gordura armazenada; os outros acordam por curtos espaços de tempo para comer e evacuar. Durante o letargo profundo, a temperatura corpórea é apenas 1 ou 2 °C superior à ambiental; o número de batimentos cardíacos varia de 3 a 15 por minuto (na marmota é de 3-4 por minuto comparativamente aos 90-130 batimentos normais); os movimentos respiratórios são de 2 a 5 por minuto, menos de um décimo do número normal; o consumo de oxigênio reduz-se à vigésima parte do normal e o metabolismo, à trigésima.
Para algumas espécies que vivem em clima quente e árido, os períodos de seca e calor excessivos podem ser tão terríveis quanto os invernos rigorosos. Para se defender, muitos animais entram em sono profundo ou sono estival. Este fenômeno ocorre com moluscos, artrópodes, peixes, répteis e mamíferos. Certos peixes pulmonados, como, por exemplo, a pirambóia, enterram-se na lama quando os rios em que vivem secam, abrigando-se ali até à chegada das chuvas.
Fonte: Wikipedia
Resumindo: roedores podem realmente hibernar!


